Agostinho defendeu a superioridade da alma humana, isto é, a supremacia do espírito sobre o corpo, a matéria. A alma teria sido criada por Deus para reinar sobre o corpo, para dirigi-lo à prática do bem. O homem pecador, entretanto, utilizando-se do livre-arbítrio, costuma inverter essa relação, fazendo o corpo assumir o governo da alma. Provoca, com isso, a submissão do espírito à matéria, equivalente à subordinação do eterno ao transitório, da essência à aparência. Mas a verdadeira liberdade estaria harmonia das ações humanas com a vontade de Deus. Ser livre é servir a Deus, pois o prazer de pecar é a escravidão.
Segundo o filósofo, o homem que trilha a via do pecado só consegue retornar aos caminhos de Deus e da salvação mediante a combinação de seu esforço pessoal de vontade e a concessão, imprescindível, da graça divina. Sem a graça de Deus, o homem nada pode conseguir. E nem todas as pessoas são dignas de receber essa graça, mas somente alguns eleitos, predestinados à salvação. (COTRIM, Gilberto. Fundamentos De Filosofia, editora: Saraiva, 15ª ed. 2000. p.119)
Obrigado meu chapa KKKKKKKKK
ResponderExcluirmds quanta coisaaaa mas muito obg
ResponderExcluirpoderia ter mais explicação achei pouca materia para uma prova
ResponderExcluirmas obrigado
ResponderExcluirSó tô aqui pelo marassi
ResponderExcluir